Achieving the Millennium Development Goals
terça-feira, janeiro 15, 2008
terça-feira, dezembro 11, 2007
CD Frágil
FRÁGIL - ARTISTAS PORTUGUESES PORDARFUR
O CD estará à venda em todas as lojas FNAC e El Corte Inglés a partir da próxima sexta-feira (14 de Dezembro).
PVP: 12 € (CD-Duplo)

O CD estará à venda em todas as lojas FNAC e El Corte Inglés a partir da próxima sexta-feira (14 de Dezembro).
PVP: 12 € (CD-Duplo)
quarta-feira, dezembro 05, 2007
domingo, dezembro 02, 2007
Prendas Solidários: algumas ideias!
Com o Natal à porta já começou p frenessim com as prendas.
Aqui deixo alguma sugestões mais solidárias para quem quer oferecer mais do que uma prenda ao real destinatário:
Artigos UNICEF
Produtos de Comércio Justo - Cores do Globo
Este Natal seja solidário!!!
Aqui deixo alguma sugestões mais solidárias para quem quer oferecer mais do que uma prenda ao real destinatário:
Artigos UNICEF
Campanha de Natal - TESE
Livro "Dar a Rir" - Médicos do Mundo
Livro "Este sorriso é Teu" - Equipa d'África
Postais de Natal - Saúde em Português
Presentes Solidários - FEC
Produtos de Comércio Justo - Cores do Globo
Este Natal seja solidário!!!
Relatório de Desenvolvimento Humano 2007/2008
Climate change is the defining human development challenge of the 21st Century. Failure to respond to that challenge will stall and then reverse international efforts to reduce poverty. The poorest countries and most vulnerable citizens will suffer the earliest and most damaging setbacks, even though they have contributed least to the problem. Looking to the future, no country—however wealthy or powerful—will be immune to the impact of global warming. The Human Development Report 2007/2008 shows that climate change is not just a future scenario. Increased exposure to droughts, floods and storms is already destroying opportunity and reinforcing inequality. Meanwhile, there is now overwhelming scientific evidence that the world is moving towards the point at which irreversible ecological catastrophe becomes unavoidable. Business-as-usual climate change points in a clear direction: unprecedented reversal in human development in our lifetime, and acute risks for our children and their grandchildren.
There is a window of opportunity for avoiding the most damaging climate change impacts, but that window is closing: the world has less than a decade to change course. Actions taken—or not taken—in the years ahead will have a profound bearing on the future course of human development. The world lacks neither the financial resources nor the technological capabilities to act. What is missing is a sense of urgency, human solidarity and collective interest.
As the Human Development Report 2007/2008 argues, climate change poses challenges at many levels. In a divided but ecologically interdependent world, it challenges all people to reflect upon how we manage the environment of the one thing that we share in common: planet Earth.
It challenges us to reflect on social justice and human rights across countries and generations. It challenges political leaders and people in rich nations to acknowledge their historic responsibility for the problem, and to initiate deep and early cuts in greenhouse gas emissions. Above all, it challenges the entire human community to undertake prompt and strong collective action based on shared values and a shared vision.
Aceder ao relatório aqui
domingo, setembro 30, 2007
LEVANTA-TE CONTRA A POBREZA 2007
quarta-feira, agosto 29, 2007
European Development Days em Lisboa, de 7 a 9 de Novembro

Climate Change and Development Cooperation "
is the subject of the second edition of theEuropean Development Days which take place in Lisbon on November 7-9 2007.
Thanks to the participation of over twenty Heads of State and government, and more than 1000 decision-makers, members of civil society, and world-class experts, the first edition of the European Development Days in November 2006 has been widely recognised as a major success.
The next edition of the European Development Days, in Lisbon, will provide concrete networking opportunities and an attractive social program.
Roundtable discussions will focus on a variety of issues, such as:
the vulnerability of developing countries
the protection of global public goods
the impact of climate changes on spaces and populations
the adaptations and opportunities that these changes are putting forward.
The European Union is not only the primary sponsor of development aid, but also a leader in international policy formulation.
The European Development Days improve our ability to foster open multi-actor dialogues where leading development professionals are brought together to exchange, listen and learn from partners.
For more information send an email to dev-days@ec.europa.eu or here
is the subject of the second edition of theEuropean Development Days which take place in Lisbon on November 7-9 2007.
Thanks to the participation of over twenty Heads of State and government, and more than 1000 decision-makers, members of civil society, and world-class experts, the first edition of the European Development Days in November 2006 has been widely recognised as a major success.
The next edition of the European Development Days, in Lisbon, will provide concrete networking opportunities and an attractive social program.
Roundtable discussions will focus on a variety of issues, such as:
the vulnerability of developing countries
the protection of global public goods
the impact of climate changes on spaces and populations
the adaptations and opportunities that these changes are putting forward.
The European Union is not only the primary sponsor of development aid, but also a leader in international policy formulation.
The European Development Days improve our ability to foster open multi-actor dialogues where leading development professionals are brought together to exchange, listen and learn from partners.
For more information send an email to dev-days@ec.europa.eu or here
domingo, agosto 26, 2007
sábado, agosto 25, 2007
Aid to fragile states: do donors help or hinder?
This paper examines the relationship between state failure and development assistance. It begins by looking at poor development performance as a criterion for state failure and then examines common causes why states fail, looking in particular at the cases of Burma, Rwanda and Zambia. The author argues that donors much be strongly engaged in fragile states in order to build political accountability and institutional capacity, including in cases where fragile states lack political will. It is argued that, in cases of conflict, donors have often undermined state capacity and failed to intervene properly, both during and following conflict.
Aceder ao documento aqui
Aceder ao documento aqui
Lançamento do FAROL
A HUMANA GLOBAL - Associação para a Promoção dos Direitos Humanos, da Cultura e do Desenvolvimento orgulha-se de apresentar o Seminário Nacional: UM FAROL – EDUCAR PARA OS DIREITOS HUMANOS (24 de Outubro de 2007 - Auditório do IPJ na EXPO).
Este Seminário representa o Lançamento Oficial do manual do CONSELHO DA EUROPA, "COMPASS - A Manual on Human Rights Education with Young People" que a HUMANA GLOBAL traduziu e adaptou.
O seminário conta com algumas presenças marcantes:
Rui Gomes - Departamento de Educação e Formação
Conselho da Europa – Direcção de Juventude e Desporto
Laura de Witte
Rede Portuguesa de Educadores para os Direitos Humanos
NOTA: A INSCRIÇÃO ESTÁ LIMITADA A 150 PESSOAS.
Com a inscrição TERÁ DIREITO A UM LIVRO “FAROL – MANUAL DE EDUCAÇÃO PARA OS DIREITOS HUMANOS COM JOVENS” E AO CERTIFICADO DE PARTICIPAÇÃO
Mais informações aqui
Este Seminário representa o Lançamento Oficial do manual do CONSELHO DA EUROPA, "COMPASS - A Manual on Human Rights Education with Young People" que a HUMANA GLOBAL traduziu e adaptou.
O seminário conta com algumas presenças marcantes:
Rui Gomes - Departamento de Educação e Formação
Conselho da Europa – Direcção de Juventude e Desporto
Laura de Witte
Rede Portuguesa de Educadores para os Direitos Humanos
NOTA: A INSCRIÇÃO ESTÁ LIMITADA A 150 PESSOAS.
Com a inscrição TERÁ DIREITO A UM LIVRO “FAROL – MANUAL DE EDUCAÇÃO PARA OS DIREITOS HUMANOS COM JOVENS” E AO CERTIFICADO DE PARTICIPAÇÃO
Mais informações aqui
Conferência - A Agenda Estratégica UE-África
O IEEI, no âmbito do projecto tripartido IEEI-IPAD-ECDPM e com o apoio da Presidência Portuguesa da UE, organiza no dia 13 de Setembro, pelas 15 horas, no Pavilhão Atlântico, uma conferência sobre a Agenda Estratégica UE-África.
A conferência contará com a participação de representantes de institutos de investigação europeus e africanos que trabalham sobre as questões políticas e estratégicas das relações Europa-África. Na sessão sobre "A Construção de uma Estratégia conjunta Europa-África" estarão também presentes representantes da Comissão Europeia e da Comissão da União Africana.
Como poderá constatar no programa em anexo, a Conferência conta ainda com a participação de António Monteiro, Carlos Lopes e do Secretário de Estado para os Negócios Estrangeiros e a Cooperação.
A Conferência terá lugar na sala Astrolábio, do Pavilhão Atlântico (entrada pelo lado do rio).
Por razões do Protocolo da Presidência, é exigida a inscrição prévia e o fornecimento de dados sobre os participantes .
A sala tem uma lotação máxima de 80 pessoas, pelo que as inscrições serão aceites por ordem de entrada.
Para efeitos de inscrição, por favor envie para rp@ieei.pt os seguintes dados até 3 de Setembro:
Nome e Apelidos
Instituição
País de residência
Nacionalidade
Número BI/Passaporte
Data e local de emissão BI/Passaporte
A conferência contará com a participação de representantes de institutos de investigação europeus e africanos que trabalham sobre as questões políticas e estratégicas das relações Europa-África. Na sessão sobre "A Construção de uma Estratégia conjunta Europa-África" estarão também presentes representantes da Comissão Europeia e da Comissão da União Africana.
Como poderá constatar no programa em anexo, a Conferência conta ainda com a participação de António Monteiro, Carlos Lopes e do Secretário de Estado para os Negócios Estrangeiros e a Cooperação.
A Conferência terá lugar na sala Astrolábio, do Pavilhão Atlântico (entrada pelo lado do rio).
Por razões do Protocolo da Presidência, é exigida a inscrição prévia e o fornecimento de dados sobre os participantes .
A sala tem uma lotação máxima de 80 pessoas, pelo que as inscrições serão aceites por ordem de entrada.
Para efeitos de inscrição, por favor envie para rp@ieei.pt os seguintes dados até 3 de Setembro:
Nome e Apelidos
Instituição
País de residência
Nacionalidade
Número BI/Passaporte
Data e local de emissão BI/Passaporte
domingo, março 18, 2007
Nobel da Paz em Portugal
O Prof. Yunus estará em Portugal no próximo dia 22 para, em resultado de uma parceria estabelecida entre a AESE (Escola de Direcção e Negócios) e a Gulbenkian, proferir nas instalações desta, às 18,30 h desse dia, uma Conferência subordinada ao título Micro-credit: a contribution to peace (Microcrédito: um contributo para a Paz).
Inscrições gratuitas aqui
quarta-feira, março 07, 2007
Responsabilidade Social
Solidariedade:CAIS renova Protocolo Abrigo e alarga número de mecenas para treze
Lisboa, 06 Fev (Lusa) - A Associação CAIS renova hoje por dois anos o Protocolo Abrigo, no âmbito do qual treze empresas vão financiar várias das iniciativas CAIS e colocar ao dispor da associação bens e serviços das respectivas áreas de negócio. Entre os 13 mecenas contam-se a ALD Automotive, a BP, os CTT-Correios de Portugal, a DHL, a Fundação PT, o Grupo Controlinveste (através dos jornais diários Diário de Notícias, Jornal de Notícias, 24 Horas e O Jogo), a Agência Lusa, a Ogilvy, a PACSA, a QuikEmbal, a Sociedade Central de Cervejas e Bebidas (SCC), a Sumo e a Unicer. De acordo com um comunicado da Associação CAIS, o primeiro Protocolo Abrigo foi assinado em 2003, então com apenas cinco empresas como mecenas. Quatro anos depois, o número de empresas associadas quase triplicou e o acordo vai ser renovado por mais dois anos (2007 e 2008). No âmbito do Protocolo, entre outras iniciativas, a Agência Lusa cederá fotografias e notícias e colaborará na criação da Agência de Comunicação CAIS, especializada em questões sociais, e num suplemento feito com ensaios ou artigos de opinião sobre temas da actualidade. Já a gasolineira BP compromete-se a criar uma zona CAIS nos seus postos de combustível, onde se possa vender o merchandising da associação, e possibilitará "aos utentes da CAIS a possibilidade de trabalhar em postos de combustível BP". Quanto à empresa de distribuição expresso DHL, contribuirá - entre outros serviços - com a distribuição gratuita de revistas CAIS, até ao limite máximo mensal de cinquenta mil exemplares, nos actuais 16 pontos de distribuição localizados em instituições de solidariedade social das cidades de Viana do Castelo, Porto, Aveiro, Figueira da Foz, Coimbra, Lisboa, Carcavelos, Almada, Setúbal, Faro e Portimão. O Protocolo estipula que a Fundação PT oferecerá uma central telefónica e as vinte extensões, adquiridas no final de 2003, bem como suportará o custo com a sua instalação no Centro CAIS em Marvila. Por outro lado, suportará o custo de acesso ADSL à Internet com "wireless" (tecnologia sem fios) para os Centros CAIS em Marvila e no Porto. Nos termos do Protocolo, a Lusomundo Media garante a "inserção gratuita nos jornais Diário de Notícias, Jornal de Notícias e 24horas, de convocatórias de Assembleias-Gerais da Associação, e dois anúncios relacionados com a divulgação de eventos da associação. Por seu lado, a Associação - entre outras obrigações - compromete-se a colocar na contracapa da revista CAIS os logótipos de cada uma das entidades signatárias. A Associação CAIS considera que este alargamento do Protocolo Abrigo - que envolve empresas algumas delas concorrentes directas nos sectores de negócio - representa que existe "na sociedade e no mundo empresarial português uma maior consciência de que o apoio a uma população vulnerável é da responsabilidade de todos". O mesmo comunicado indica que a renovação do acordo representará também um momento de "avaliação do [Protocolo] Abrigo e de formalização de um compromisso na área social", já que os antigos mecenas farão um balanço do passado e os novos explicarão as razões da sua adesão. NVI. Lusa/Fim
Guterres pede à Liga Árabe para desenvolver um maior papel no ACNUR
Egipto: Guterres pede à Liga Árabe para desenvolver um maior papel no ACNUR
Lisboa, 06 Mar (lusa) - O alto comissário das Nações Unidas para os Refugiados, António Guterres, está a fazer uma visita de três dias ao Egipto, onde tem apelado aos países árabes a um maior envolvimento naquele Comissariado. O sítio na Internet do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) refere que Guterres tem pedido aos países árabes que apoiem os deslocados e apelado à solidariedade internacional para ajudar os que fogem aos combates no Iraque. De acordo com a mesma fonte, domingo, Guterres dirigiu-se ao conselho de ministros dos Negócios Estrangeiros da Liga Árabe, salientando que os países árabes e islâmicos providenciam refúgio a milhões de deslocados, incluindo dois milhões de iraquianos nos países vizinhos. Num discurso retransmitido ao vivo pelos canais árabes de televisão mais importantes, Guterres recordou que essa generosidade encontra as suas raízes na tradição e cultura árabes e nas leis islâmicas. Salientando que a maior parte dos refugiados actuais em todo o mundo é muçulmana, o antigo primeiro-ministro português apelou a um maior envolvimento do mundo árabe e islâmico na discussão, formulação e implementação de uma política internacional para os refugiados. Afirmou-se ainda preocupado pela intolerância crescente, racismo e xenofobia em várias partes do mundo, incluindo interpretações erróneas do Islão que podem afectar negativamente refugiados muçulmanos carecendo da protecção internacional. «Sejamos claros: os refugiados não são terroristas, eles são as primeiras vítimas do terror», sublinhou o alto comissário. Guterres exortou a uma parceria árabe com o ACNUR o que, no seu entender, poderá ser mais importante do que o apoio financeiro ou sob outra forma. MF. Lusa/Fim
cooperação marroquina na imigração como modelo para mundo
Marrocos: Zapatero vê cooperação marroquina na imigração como modelo para mundo
Rabat, 06 Mar (Lusa) - O primeiro-ministro espanhol, José Luis Rodriguez Zapatero, considerou segunda-feira que a cooperação "estreita e construtiva" de Marrocos na gestão dos fluxos migratórios é "um modelo para o resto do mundo". Num discurso no jantar oferecido em Rabat pelo primeiro-ministro marroquino, Dris Jetu, por ocasião da VIII Cimeira entre Espanha e Marrocos, Zapatero mostrou-se convencido de que os dois países demonstraram que "por mais complexa e dramática que seja a matéria, a confiança mútua é capaz de mover montanhas e produzir resultados tangíveis". O chefe do executivo espanhol, que elogiou as relações com Marrocos e considerou que a realidade "ultrapassou" as melhores expectativas, apoiou o pedido marroquino de obter um "estatuto avançado" nas suas relações com a União Europeia (UE) e mencionou também o problema do povo sariano ocidental. "A Espanha, disse, "aprecia os esforços que Marrocos está a empreender para relançar o processo que deve levar a uma solução definitiva para o Sara Ocidental, mutuamente aceitável para as partes e respeitosa da legalidade internacional". Jetu não esqueceu este problema no seu discurso e assegurou que Marrocos está decidido a conjurar o "risco de balcanização" do país através de um estatuto de autonomia ampliada" para os sarianos ocidentais. Esta proposta, que o seu país prevê apresentar perante a ONU em Abril, e que já foi rejeitada pela Frente Polisário, permitirá às populações sarianas ocidentais, de acordo com Jetu, "administrar os seus assuntos públicos e privados, no marco da soberania, da unidade e da integridade territorial" de Marrocos. O primeiro-ministro marroquino, que descreveu Zapatero como "um artífice fervoroso e incansável do fortalecimento dos laços de amizade" entre Espanha e Marrocos, afirmou que os dois países partilham, hoje mais do que nunca, um momento de confiança mútua renovada". Marrocos fez da sua aproximação à Europa "uma opção estratégica irreversível", assegurou Jetu, assinalando que, com o apoio de países amigos, a aspiração é estabelecer uma nova relação contratual com a UE. Jetu aproveitou também a ocasião para expor o projecto de modernização económica e social do país que surge acompanhado da consolidação do Estado de direito, do alargamento das liberdades públicas e da concretização da igualdade entre homens e mulheres. Escolheu também a iniciativa da Aliança das Civilizações para fazer frente ao obscurantismo, ao extremismo e às ignorâncias recíprocas. Tal como Zapatero, Jetu prestou homenagem aos marroquinos residentes em Espanha, a comunidade estrangeira mais importante. TM. Lusa/Fim
terça-feira, março 06, 2007
Combate à Pobreza e à Exclusão: Estratégias para o Século XXI
Conferência Internacional -“Combate à Pobreza e à Exclusão: Estratégias para o Século XXI” -15 e 16 de Março de 2007
A 15 e 16 de Março de 2007, realizar-se-á no Fórum Lisboa, a Conferência Internacional “Combate à Pobreza e à Exclusão: Estratégias para o Séc. XXI”.
Este evento organizado pela Universidade Nova de Lisboa/Departamento de Geografia e Planeamento Regional, em estreita colaboração com a CML/Pelouro de Acção Social e as Universidades de Columbia e Massachussets, tem como objectivo central analisar esta temática e apresentar um quadro interpretativo das novas modalidades da pobreza nas sociedades desenvolvidas e um quadro de reflexão estratégica sobre novas e possíveis estratégias de combater a pobreza e a exclusão. O encontro tem como principais destinatários académicos e investigadores experts nesta matéria, quadros técnicos da administração central, regional e local e membros de organizações de voluntariado ligadas à assistência social.
O tema central será presentado por um investigador de renome internacional, Prof. Doutor Elliot Sclar, da Universidade da Columbia (as respectivas despesas de deslocação serão asseguradas pela Fundação Gulbenkian). No primeiro dia, de manhã, apresentar-se-ão os estudos de caso internacionais e, de tarde, os Estudos de Caso Nacionais. No segundo dia efectuar-se-ão duas visitas técnicas, uma organizada pela Santa Sasa da Misericórdia de Lisboa e outra pela Câmara Municipal de Lisboa.
As informações relativamente ao programa estão disponíveis em www.uccla.pt
domingo, fevereiro 04, 2007
Nine million faces. Nine million names. Nine million stories.
Ninemillion.org is a UN Refugee Agency led campaign to raise awareness and funds for education and sport programs for refugee youth, many of whom are forced to spend years of their young lives away from home with little hope of returning.
What happens to them now, during their years as refugees, is up to all of us.
Enter the site and meet some of the children who are living in refugee camps around the world today.
Be inspired by their hope, and join the ninemillion.org movement.
sábado, fevereiro 03, 2007
Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas reunido hoje em Paris
Os principais especialistas em alterações climáticas reúnem-se a partir de hoje em Paris para analisar o actual conhecimento científico sobre o assunto, prevendo-se conclusões pessimistas que acentuam a responsabilidade humana no aquecimento global.
O quarto relatório do Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (IPCC, na sigla inglesa), um grupo científico criado pelas Nações Unidas em 1988, deverá confirmar a extensão do aquecimento em curso e o grau de responsabilidade humana, fornecer previsões sobre o fenómeno, suas consequências e impactos regionais e apontar pistas para os decisores políticos.A divulgação pública está prevista para o dia dois de Fevereiro, mas alguns dados preliminares foram já avançados pelo jornal "El País".O relatório do IPCC supõe um mínimo denominador comum científico sobre o aquecimento, mas a redacção final do texto pode mudar durante a reunião de Paris, de 29 de Janeiro a um de Fevereiro de 2007, quando serão apresentadas as conclusões do painel.O que pode mudar, sobretudo, é o resumo para políticos, que é aprovado frase a frase, através de delegados mandatados pelos respectivos governos.O relatório das bases científicas do aquecimento, o primeiro e o mais importante (existem outros dois, sobre o impacto no planeta e tecnologias de mitigação) destaca que 2005 e 1998 foram os anos mais quentes desde que existem registos e que seis dos sete anos mais quentes de sempre ocorreram desde 2001.A temperatura média da superfície aumentou desde 1850. As observações do oceano, da atmosfera, a neve o gelo mostram dados consentâneos com o aquecimen to global.A temperatura do ar nas zonas terrestres aumentou o dobro da do oceano desde 1979. A temperatura do oceano a grandes profundidades também aumentou desd e 1955, refere o relatório preliminar citado pelo "El País".Embora o aumento de temperatura do oceano seja muito pequeno, a sua imp ortância advém da imensa quantidade de calor necessária para elevar a temperatur a do mar.É muito improvável que o aquecimento observado se deva à variabilidade do clima, sublinha o documento.O estudo apresenta também dados sobre a redução de neve no mundo: o derretimento dos glaciares fez subir o nível do mar cerca de 0,5 milímetros ao ano entre 1961 e 2003 e 0,8 entre 1993 e 2003.O Ártico perde em cada década, desde 1978, 7,4 por cento da sua superfície gelada no Verão.Uma vez que existe a certeza do aquecimento, os cientistas passam pela difícil tarefa de atribuir as causas.Por isso, o IPCC define causas como "muito provável" (o que significa que o grau de atribuição é superior a 90 por cento), provável (mais de 66 por cen to) ou tão provável como não (entre 33 e 66 por cento).E a principal causa são os GEE, sobretudo o dióxido de carbono, mas também o metano ou os óxidos de nitrogénio que se libertam durante a queima de carvão, petróleo ou gás.Estes gases acumulam-se durante séculos na atmosfera. Embora deixem passar a radiação solar para a Terra, travam a saída de calor que a superfície terrestre emite a superfície terrestre aquecendo o planeta A este efeito há que juntar o das partículas em suspensão, também procedentes das fábricas e dos automóveis que travam a chegada da radiação solar ao planeta e arrefecem-no.Tendo em conta os factores que incidem no balanço energético, predomina o aquecimento dos GEE."É muito provável que os GEE sejam a causa dominante do aquecimento observado nos últimos 50 anos no mundo", estima o relatório.A concentração actual de GEE na atmosfera é a maior em 650 mil anos. Os modelos prevêem um aumento da temperatura de três graus em apenas um século, sem excluir subidas de mais de 4,5 graus.A atribuição do aquecimento ao homem é agora maior do que em 2001, data do último relatório.Na altura os cientistas foram mais cautelosos e agora consideram essa causa como muito mais provável.O relatório de 2007 assinala que o incremento de situações extremas - como secas e ondas de calor - "pode ser atribuído à mudança climática antropogénica", ou seja produzida pela acção do homem.
O quarto relatório do Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (IPCC, na sigla inglesa), um grupo científico criado pelas Nações Unidas em 1988, deverá confirmar a extensão do aquecimento em curso e o grau de responsabilidade humana, fornecer previsões sobre o fenómeno, suas consequências e impactos regionais e apontar pistas para os decisores políticos.A divulgação pública está prevista para o dia dois de Fevereiro, mas alguns dados preliminares foram já avançados pelo jornal "El País".O relatório do IPCC supõe um mínimo denominador comum científico sobre o aquecimento, mas a redacção final do texto pode mudar durante a reunião de Paris, de 29 de Janeiro a um de Fevereiro de 2007, quando serão apresentadas as conclusões do painel.O que pode mudar, sobretudo, é o resumo para políticos, que é aprovado frase a frase, através de delegados mandatados pelos respectivos governos.O relatório das bases científicas do aquecimento, o primeiro e o mais importante (existem outros dois, sobre o impacto no planeta e tecnologias de mitigação) destaca que 2005 e 1998 foram os anos mais quentes desde que existem registos e que seis dos sete anos mais quentes de sempre ocorreram desde 2001.A temperatura média da superfície aumentou desde 1850. As observações do oceano, da atmosfera, a neve o gelo mostram dados consentâneos com o aquecimen to global.A temperatura do ar nas zonas terrestres aumentou o dobro da do oceano desde 1979. A temperatura do oceano a grandes profundidades também aumentou desd e 1955, refere o relatório preliminar citado pelo "El País".Embora o aumento de temperatura do oceano seja muito pequeno, a sua imp ortância advém da imensa quantidade de calor necessária para elevar a temperatur a do mar.É muito improvável que o aquecimento observado se deva à variabilidade do clima, sublinha o documento.O estudo apresenta também dados sobre a redução de neve no mundo: o derretimento dos glaciares fez subir o nível do mar cerca de 0,5 milímetros ao ano entre 1961 e 2003 e 0,8 entre 1993 e 2003.O Ártico perde em cada década, desde 1978, 7,4 por cento da sua superfície gelada no Verão.Uma vez que existe a certeza do aquecimento, os cientistas passam pela difícil tarefa de atribuir as causas.Por isso, o IPCC define causas como "muito provável" (o que significa que o grau de atribuição é superior a 90 por cento), provável (mais de 66 por cen to) ou tão provável como não (entre 33 e 66 por cento).E a principal causa são os GEE, sobretudo o dióxido de carbono, mas também o metano ou os óxidos de nitrogénio que se libertam durante a queima de carvão, petróleo ou gás.Estes gases acumulam-se durante séculos na atmosfera. Embora deixem passar a radiação solar para a Terra, travam a saída de calor que a superfície terrestre emite a superfície terrestre aquecendo o planeta A este efeito há que juntar o das partículas em suspensão, também procedentes das fábricas e dos automóveis que travam a chegada da radiação solar ao planeta e arrefecem-no.Tendo em conta os factores que incidem no balanço energético, predomina o aquecimento dos GEE."É muito provável que os GEE sejam a causa dominante do aquecimento observado nos últimos 50 anos no mundo", estima o relatório.A concentração actual de GEE na atmosfera é a maior em 650 mil anos. Os modelos prevêem um aumento da temperatura de três graus em apenas um século, sem excluir subidas de mais de 4,5 graus.A atribuição do aquecimento ao homem é agora maior do que em 2001, data do último relatório.Na altura os cientistas foram mais cautelosos e agora consideram essa causa como muito mais provável.O relatório de 2007 assinala que o incremento de situações extremas - como secas e ondas de calor - "pode ser atribuído à mudança climática antropogénica", ou seja produzida pela acção do homem.
Subscrever:
Mensagens (Atom)

